.:Disclaimer:.

Diário pessoal de uma professora recém-formada e admitida. Quem me conhece sabe como foi a luta para realizar meu sonho de lecionar. E agora que ingressei no mundo do magistério, vou contar os meus acertos e tropeços, minhas experiências e impressões.

Sem essa de diário de classe, aqui o diário é outro! Professora: Mode On, o meu Diário de Bordo.
;p Sejam bem vindos ao meu louco mundo!

Quem sou eu? Professora Raquel. Para os alunos "Prô", para os mais íntimos "Xuh", para os amigos "Quel", para a família "Raks", para você que não me conhece, prazer.

.:Visitas:.

.:Riscos no Quadro:.

"Feliz aquele que transmite o que sabe e aprende o que ensina".
Cora Coralina.

"O homem chega à sua maturidade quando encara a vida com a mesma seriedade que uma criança encara uma brincadeira".
Friedrich Nietzsche

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.:Criaturas Pedagógicas:.

Cheguei na escola no horário previsto às oito horas da manhã em plena sexta-feira. E cheguei me sentindo uma estranha no ninho. Observei todas as grades laranjas daquela escola no alto do morro, tampando todas as janelas e o "espaço para fumantes" no segundo andar e isso me chamou total curiosidade quanto ao porquê. Preferi não levantar hipóteses.
Logo chegou uma professora volante, como eu, que estava esperando para ser chamada por uma outra escola para ser professora de recuperação. Um amor de pessoa a professora S., vale lembrar. E ali, esperando abrirem o portão, ficamos conversando.
A reunião de atribuição de volantes não demorou muito para começar, e qual não foi minha surpresa quando a diretora me disse que, por conta da não publicação da nomeação da professora K. para também professora de recuperação paralela em outra escola, a primeira volante não pegaria sala, e assim, teriam quatro volantes, podendo ser somente três por turno. Eu, última volante como totalmente previsto, fiquei como dizem, de sobejo.
Ainda esperamos uma última cartada para confirmar a informação. A professora S. tentou resolver a sua situação, mas tenho conhecimento (logo após a reunião pedagógica) de que não daria para resolvermos o problema, por hora, ficou assim decidido: Eu 'sobrando' na escola, terei de escolher uma outra com vaga para trabalhar. Se eu disser que, no fundo, eu imaginava que não fosse ficar lá, alguém acredita?
Por sorte, ou por destino, ou chamem de qualquer coisa, têm 7 vagas na escola onde trabalhei no ano passado, por conta de licenças, aposentadoria, etc. Saberei amanhã para onde é que vou, mais precisamente às 8 horas da manhã.
Estou achando que esse povo gosta de acordar cedo, mesmo!
Contudo, como última impressão, devo dizer que mudei o conceito de panelinhas e narizes empinados, porque o grupo desta minha, agora ex-escola, é unido e, ao que parece, cooperativo. Curioso que agora que gostei de lá, eu tenha de sair. Só um adendo, para não deixar no esquecimento: Ver um pai de um aluno da creche onde trabalhei como Inspetora, como professor de história, foi demais para mim. Até porque o cara era um chato de galocha. rs...

Últimas palavrinhas da prô:
da prô: E esta foi mais uma passagem da minha vida de professora. Às vezes, acertando, outras errando... E você? O que pensa sobre o que acabei de escrever? Sinta-se a vontade para responder a esta pergunta. Vou esperar por ela. E não se esqueça: Se gostou do meu cantinho, siga o blog, poste no mural e volte sempre!

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